quase ficção n. 2

 

Sem ela saber daquele garoto, o tempo foi passando. Os cachos foram se desfazendo… o sonho do teatro foi morrendo, o garoto virava homem, e ela mulher. Cada um seguia o seu caminho … ele … novos sonhos, novas amizades….. novos amores …. ela? Nada ele sabia. Mas ele sempre lembrava da menina meiga e tímida que um dia lhe ofereceu seu amor e que um dia lhe pediu um beijo. Rompendo a timidez da menina de cabelos enrolados quando do beijo … encostava o queixo no colo, como se escondendo por entre os cachos … o menino segurou com uma das mãos o seu rosto … nunca houve um beijo mais carinhoso e verdadeiro de sentimentos como aquele … sem malícia. Não foi o primeiro beijo dele, e mal ele sabia que o primeiro garoto que ela beijara fora ele. Mas todo aquele carinho e ternura ficou guardado com ele como um dos mais sinceros atos de amor que ele tivera.

 

Um pensamento sobre “quase ficção n. 2

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