E a pauta do Feminismo está esgotada.

Bão, recebi um texto de um amigo fofo, que serviu de lenha para minha fogueira mental. 

A pérola se chama “O Feminismo Contemporâneo é Ilegítimo”

(E ainda estou na dúvida em colocar o link aí: esse texto me deu a maior preguiça e vergonha alheia de comentar. Na dúvida, meus espertos 03, 04 leitores podem consultar a Igreja Googleana , copiar-colar o título aí exposto e o caminho será mostrado. De todo modo, tem uns bons pedaços aí do texto – em vermelho-vermelhusco, os melhorzinhos pra destrinchar) 

Meu comentário lá no sótão alheio se limitou a resumir pro cidadão o texto em duas palaveas: BACKLASH TOTAL.
(Explico: aprendi com meus Generais que “é proibido em visita à casa alheia (dentre outras cositas): abrir a geladeira, deitar no sofá, chutar o cachorro e fazer xixi com a porta aberta”. E colocar lá meu comment-baleia-que-virou-post seria um igual a mijar no sofá enquanto o cachorro está trancado na geladeira)

bão… pra começar, esse texto é típico de um fenomeno que tomou força a partir dos anos 80,anos 90, chamado backlash. Aliás, Backlash é o nome da obra da escritora Susan Faludi (Racco, NYC, 1990). E o Backlash, em bem grosso modo, nada mais é do que a guerra não declarada não somente ao feminismo, mas às mulheres. (se não tiver lido, posso te mandar por email, é em pdf)

O Backlash, dentre outras perversidades, busca perpetuar a idealização da mulher tradicional, da mulher mito de beleza e perfeição, cujo reinado “natural” ainda é o lar doce lar. Aqueles que se engajam na luta silenciosa antifeminista põe por terra as elementos ainda usados na construção da auto estima feminina, uma vez que, enfraquecida, essa mulher se torna incapaz de lutar por igualdade de direitos, dela e de quem quer que seja.

Tô pra escrever sobre esse livro que é phoda, pra dizer o mínimo. Ela fez um trabalho de pesquisa muito detalhado sobre todo esse discurso que, de modo  resumido, estabelece basicamente que a culpa da sobrecarga (de atividades e must-do/must-be) que as mulheres contemporâneas enfrentam hoje é culpa do feminismo. Que o feminismo tirou as mulheres do seio do lar, dos bordados, do calor do fogão e do abraço dos filhos pequenos e as jogou nas ruas, no frio e agressivo mundo corporativo-empresarial.

A partir dessa premissa, todo uma estrutura contra o feminismo se construiu, não apenas para dizer que o maior mal das mulhere foi/é o feminismo, mas também para retirar qualquer credibilidade das feministas na luta que não perdeu a razão de ser. Algumas mulheres têm horror à idéia de serem “rotuladas” como feministas graças a esse aspecto perverso do backlash, que prega que feminista é mal-amada, mal-comida e fracassada.

Confesso que, em um passado – talvez não muito distante – eu mesma tive esse medo de me assumir feminista, exatamente porque, bem ou mal, esse estigma do Backlash estava na minha cabeça. E não foi difícil que isso tenha se tornado um ponto praticamente pacífico no senso comum.

“Biologicamente há uma diferença indelével entre o homem e a mulher.”

ZENTE! Se ele não tivesse escrito… eu nunca saberia! BARALHO! Acho que ele deveria ter desenhado, isso teria facilitado a compreensão.

“O escritor Mariano José Pereira da Fonseca ilustrou a formação da personalidade de cada sexo com a frase: “a sociedade educa os homens, a natureza as mulheres” – se valendo do predomínio de emoções no sexo feminino, o que é uma diferença não necessariamente negativa (…) A fêmea da espécie não se contenta do pênis ser uma exclusividade masculina, com diria Freud, o mesmo romantizador da história que abre este texto.”

A mídia e todo seu aparato ainda tem perpetuado – através de veiculação de informações parciais e extremamente perigosas – os valores ali no texto apresentados, tais como “a racionalidade é do homem e os sentimentos são das mulheres”. Essas são típicas afirmações reducionistas, que limitam a capacidade humana ao fato de ter um pau ou uma buceta. E, meu amigo, realmente, num mundo em que o fato de ter um pau abre todas as portas, confesso que até eu iria querer o meu! Mas não quero, ser do sexo feminino me possibilita sentir na pele o peso dessa diferença por não ter o tal falo, mas o cérebro me permite lucidez o bastante para lutar contra isso.

 “o inciso I do Artigo 5º assegurou direitos iguais para ambos gêneros”

Sem dúvida, a Constituição de 1988 redigiu isso. Porém, a realidade está bem distante do que a Carta Magna diz.

Em Direito, podemos chamar isso de “igualdade formal”, porque o “papel” assegurou isso, mas não elegeu os meios e instrumentos para a concretização fática desse direito. A realidade, de seu lado, mostra que a “igualdade material” está anos-luz do que se espera para a concretização de tal princípio constitucional.

 “o esquema patriarcal ruiu. A luta feminista findou, a pauta se esgotou”

Quando casos feitos o da Geisy – é, a moça do vestido – tomam cena e mostram que a “sociedade” ainda entende ser válido julgar/aniquiliar uma mulher a partir do modo como se veste; quando se sabe que, durante essa crise, as mulheres foram as que mais perderam empregos; quando se sabe que, mesmo desempenhando as mesmas funções, fazendo o mesmo trabalho, homens ainda ganham mais que as mulheres; e quando  se sabe que falar de igualdade política no Brasil é uma verdadeira piada, uma vez que – divulgado no Fórum Econômico Mundial de 2008 – “o Brasil está em 10oº lugar entre 130 países, que as mulheres têm 11% dos cargos ministeriais e 9% dos assentos no Congresso — onde, das 513 cadeiras, apenas 46 são ocupadas por elas e que do total de prefeitos eleitos no ano passado, apenas 9,08% são mulheres e isso tudo no Brasil, em que as mulheres são APENAS 52% da população”*: dizer que a luta feminista findou e que a pauta esgotou é, no mínimo, péssimo, raso e ingênuo.

“Todavia, alguns alegam que ainda há discriminação. E tem fundamento, assim como há a discriminação contra os afro-descendentes, imigrantes, orientais, índios, pobres, ateus, comunistas, e mais uma extensa lista de minorias que, na maioria das vezes, carecem de direitos que mostra o quão privilegiadas são as mulheres. E não vai ser queimando sutiãs ou lançando giletes ao lixo que este tipo de discriminação acabará.”

O fato de existir exatamente esse sem-número de vítimas de toda a sorte de preconceito não invalida de forma alguma a luta feminista. Ao contrário, assumir que o mundo ainda discrimina violentamente os que estão longe do padrão social ideal homem-branco-heterossexual apenas justifica toda luta e questionamento acerca do que fere o princípio da igualdade, que foi mencionado pelo autor desse texto baralhoso.

E o autor ainda fala em “privilégio das mulheres”. Gostaria de saber quais são esses privilégios, pois que não os conheço. Talvez ele fale:

* do privilégio de a mulher pode sair às ruas e saber que vai ouvir cantadas, para que ela nunca esqueça de como é bela (afinal, esse é único valor que cabe a mulher manter, a beleza);

* do privilégio de a mulher pode sair às ruas e que poderá levar uma passada de mão (afinal, seu corpo é propriedade pública);

* do privilégio de a mulher ter sua capacidade intelectual atrelada à sua beleza;

* do privilégio de a mulher não exercer sua vida sexual como bem entender, sem ter seu caráter julgado pelo númeero de homens com quem dividiu a alcova, sofá, tapete, chuveiro etc, afinal, as mulheres são ligadas no amor e nos sentimentos e não têm desejos sexuais meramente;

Baralho de novo: vou parar por aqui porque a lista é graaaande.

Interessante é que o autor do texto frisa “E não vai ser queimando sutiãs ou lançando giletes ao lixo que este tipo de discriminação acabará”. Ou seja, mais um sinal do backlash, uma vez que (para o backlash), a luta feminista implica em tornar as mulheres “feias” (sim, pq sutiã e gilletes tem alguma outra serventia que não seja a de construir a beleza e beleza é coisa de mulher, certo?)

“O homem é rústico, e a feminilidade é afrodisíaca. É um pecado contra o bom senso o fim do salto-alto, batom, lingerie, e outros artefatos femininos. Portanto, o feminismo contemporâneo que tenta negar a feminilidade só prova uma posição: a militância neo-feminista vem de mulheres reprimidas, complexadas com partes do corpo ou frustadas com relações afetivas”

Homem rústico, mulher afrodísiaca.
Repare como o sujeito aí é o homem e a parte que cabe à mulher não é a mulher enquanto sujeito?
Não é a mulher que é afrodísiaca, é o rol de atributos a ela impostos que o são. E essa feminilidade é uma construção cultural simplesmente.

Por exemplo, é “natural” que a mulher tenha cabelos compridos, mas desde que momento somente o cabelo comprido é característica de feminilidade? E as mulhres de cabelos curtos, são menos mulheres por isso? As características ditas femininas aí são relacionadas aos elementos que contribuem para a manutenção da mulher como objeto de decoração sim.

Salto alto? escrevi um post sobre isso que resumo assim: forma de controle do corpo feminino. “Batom, lingerie e outros artefatos femininos”: idem.

O Feminismo não quer negar a feminilidade.

O Feminismo quer que as mulheres mandem em si mesmas e que suas escolhas sejam respeitadas, quaisquer que sejam essas escolhas, seja ficar em casa cuidando dos filhos, seja a de não ter filhos e construir uma carreira profissional.

Algum leitor atento talvez TALVEZ note que eu não coloquei adjetivo algum na frase anterior. E isso é proposital porque não sou eu quem dá juízo de valor para as escolhas feitas por outras pessoas. Eu qualifico minhas escolhas e respeito as escolhas alheias e é isso no mínimo que quero de volta.

O Feminismo luta – dentre outras coisas – para que a mulher não seja reduzida, julgada e valorizada/discriminada por conta disso: feminilidade.

A parte em que o autor fala das mulheres reprimidas, complexadas bla bla bla eu já disse de onde veio: Backlash total.

“E se alguém vier com salivas ácidas, lançando aquele blá-blá-blá ultrapassado de que feminilidade transforma a mulher em um objeto sexual pejorativo, que leem Vinícius de Morais, Carlos Drummond, Shakespeare e outros escribas que versificaram a natureza inefável da mulher. O fato é que as feministas de hoje são ridículas. Supérfluas, diria…”

Não é a Feminilidade que transforma a mulher em obejto sexual. É a sociedade machista e patriarcal que impõe esse valor como único válido à mulher e com isso a transforma sim em objeto. O fato de a mulher limitar sua existência a se enquadrar no que, culturalmente se entende como “feminino” à expões aos demais “privilégios” não citado pelo autor mas que ousadamente deduzi (ser cantada nas ruas, ter seu corpo como propriedade pública etc)

Sim, para o autor as feministas só podem ser rídiculas e definitivamente supérfluas, uma vez que ele mesmo, em homem que é, certamente colhe os benefícios de uma sociedade desigual. E a se a luta feminista continuar, ele não vai perder privilégios, mas as mulheres passariam a gozar deles também.

Decerto ele nunca pensou nos privilégios dele como homem😛

FODA do Backlash é que ele é igual ao racismo no Brasil, é invisível (essa é uma outra longa conversa that must take place)

E lhe pergunto: como lutar contra um inimigo invisível?

* Marjorie Rodrigues – 8 de março – Dispense a Rosa.

8 pensamentos sobre “E a pauta do Feminismo está esgotada.

  1. Na USP o feminismo ruiu depois que trabalhos marxistas e jurídicos mostraram uma outra realidade. O feminismo teórico não se sustenta.

    E os comunistas comem criancinhas?
    hahaha… ridículo, teu texto válida o meu.

    • Andre.

      Sua argumentação se restringe a um núcleo apenas, e não apresenta nenhum argumento válido. Quero saber quais trabalhos marxistas e jurídicos mostraram essa outra realidade. OI?
      E o que esse “comunistas comem criancinhas” tem a ver com o texto? Sua lógica é bem confusa.

      Certamente que meu texto valida o seu, na medida em que meu texto diz, em resumo: TEU TEXTO É BACKLASH TOTAL.

      Não vou nem presumir que você tenha googleado o termo backlash porque é exatamente isso que seu texto é.
      E tem mais: contrário ao teu texto existe a realidade da qual você nem faz idéia.

  2. Os trabalhos que eu falo mostram que o homem tem mais espaço no mercado de trabalho pelo seu auto índice de produtividade e gestão criativa de equipes, etc.

    Sobre a participação das mulheres na política. Há uma conjuntura complexa que obstruem uma boa gestão feminina do poder público. Dê uma pesquisada e vai entender.

  3. Minha linda: vamos por parte pq vc sabe que este assunto muito me interessa!!! Quem dera que nós, feministas, pudéssemos nos dar ao luxo de não mais existir! hahahaha

    Primeiro, vou responder ao André, tá?
    André: caso vc não saiba, o feminismo existe em sua pluralidade, o que significa dizer que existem correntes dentro do Feminismo. Ele começou, veja vc, justamente após os movimentos anarquistas e encontrou respaldo nas análises marxistas. Na UNICAMP existem grupos de pesquisa de feministas marxistas, sabia? Eu já prefiro o feminismo contemporâneo do fila dos anos 80.

    Sempre que vc for citar pesquisas, vc deve informar a fonte (regra de pesquisador, tá? Acho que vc sabe bem).

    Ademais, os partidos políticos desrespeitam a lei de deixar 30% das vagas para as mulheres! Nossa sociedade ainda é bastante machista (basta ler o excelente livro de Sérgio Buarque de Hollanda (raízes do Brasil), para saber. Ou o livro de Maria Lúcia-Coutinho “Tecendo por trás dos panos”).

    E eu ainda acredito, André, que pra vc entrar nesta discussão toda sobre teoria, vc PRECISA ler teoria. Vc já leu as teorias feministas? Bom, eu sim, desde 2004, e não me canso de lê-las, ler o novo, etc… (vida de pesquisador, meu caro). Ah, já sei…vc deve ter entrado há pouco na universidade e ainda crê que o Marxismo é tudo, e que Marx é deus? vai em frente! Boa sorte!

    André, mais uma coisinha (bobagem): auto no sentido que vc empregou é com “l”, tá? “alto índice”, “auto” significa outra coisa.
    Abraços!!!!

  4. Ai, agora sim, flor. Vamos lá:

    Amei sua análise! Fundamental! Vc está certa em não colocar o link…vai dar ibope a ele pq? Não vale a pena mesmo.

    Pois é linda, é exatamente desta forma que pretendem deslegitimar nossas lutas e conquistas. Vc resumiu muito bem sobre o feminismo: ele não manda a mulher usar ou não usar batom. Ele oferece a ela a ESCOLHA de usar ou não, tendo em vista tudo o que está implicado nesta escolha. Esse é o grande barato do feminismo: o poder de escolher; a liberdade de ser quem eu quiser ser, sem ninguém me controlando efetivamente.

    Vc sabe que eu escuto exatamente isso: que o feminismo acabou com a vida “mansa” das mulheres. (???????) ter uma mente inativa, viver para os outros é mais importante do que ter uma mente ativa? Ui!

    Também confesso que eu mesma já fiquei relutante (nos meus 18, 19 anos) em me autodenominar feminista! Exatamente por causa do rótulo…mas, quer saber? Teve até uma passagem interessante durante a universidade: tinha um aluno novo do campo das exatas que convivia com nossa turma. Éramos amigos (perdi o contato hoje em dia), e um dia, numa festa de república, ele sentou-se perto de mim e de mais algumas pessoas. Eu estava falando justamente sobre o feminismo e eu. Ele interrompe e solta essa: “Nossa, Fê, eu achava que vc, por ser feminista, era…” e eu: “lésbica?”; Ele: “é, mas vc parecia uma bonequinha, eu ficava confuso!”.

    Entende? cai na risada, claro! E expliquei a ele.

    Já fui chamada de “mal amada”, etc…nem ligo, flor. Aprendi com o tempo a ser mais sábia e não me abalar com preconceito dos outros.

    Flor, também é sobre essa construção social que vai se basear meu trabalho com a organização internacional em SP. Temos que quebrar essa corrente, sabe? educar nossos/as jovens para uma visão mais ampla da sociedade (tenho 5 anos pra fazer isso, rs).

    Concordo muito com seu olhar sobre a Constituição!!!!! É a mesma coisa sobre os tratados internacionais de 79; 94 e 95. PAPEL!

    faltou: * do privilégio da mulher em poder ser estuprada a qualquer hora e ainda alegarem que foi ela quem provocou, pq, vejam só, usava uma saia curta e estava “pedindo” por isso!!!! Francamente!

    Pois é…entendemos que a feminilidade é construída socialmente e não estamos dizendo para que toda mulher se alije disso. Mas sim, que ela possa escolher se depilar ou não, mas que isso não implique em preconceito com ela.

    Como responder a sua pergunta???? Minha querida…não sei ainda!!!! mas acredito que através da educação dos/as jovens e crianças poderemos sim lutar contra esse inimigo invisível!!!! Ao menos, eu e minha equipe vamos tentar!!!!!

    Amei seu texto!!!! Maravilhoso!!!!!
    Beijos, querida!
    obrigada por todo o carinho!
    Fer

  5. Gente, o escritor desse artigo foi enforcado em praca pública? Porque ele só pode ter escrito isso há séculos atrás! Eu devo estar escolhendo muito bem as minhas fontes de informacão, porque fico passada quando vejo citacões como essas que tu colocou aqui (não achei o artigo no Google, falando nisso).
    Enfim, essa é minha primeira ‘aparicão’ por aqui, mas não a última, gostei do blog!
    E pra terminar, moro agora na Suécia, onde praticamente metade do parlamento é composto por mulheres, e mulheres em geral ganham 93% do salário dos homens que ocupam o mesmo posto. E tu acha que a mulherada aqui está feliz com essas conquistas? Não não, 93% ainda não é 100%, a batalha não pára, e é por isso que eles estão há anos luz nesse quesito.
    Beijo e uma boa semana!

  6. Não entendo esta luta sobre feminismo, pra mim Feminismo é ter direito a estudos,trabalho,aprender profissão,coisas que a alguns anos atras era impossível. Hoje virou bagunça,as mulheres não se dão valor, transam com qualquer um e acham que isso é ter direitos iguais. Graças as inversões destes valore, a sociedade está cada vez pior, crianças na rua, familia nem se fala,virou coisa descartavel. Acham o máximo depois de terem filhos,( eu disse ”terem filhos”, não serem mães) continuando,querem conquistar o mundo de forma errada, e esquecem a família,os valores,os filhos,porque estão tão preocupadas em ”conquistar” que nem sabe o que acontece dentro de sua própria casa. Não reclamem depois que a culpa do mundo se tornar pior éda pobreza,do governo,do vizinho. Que feminismo é este que dá o direito de uma pessoa ter gravidez onde se escolhe num banco de esperma o pai do seu filho. E o direito deste filho a um pai,a uma família?As ”FALSAS FEMINISTAS ACABARAM COM A SOCIEDADE”. e a batalha não para.

  7. Marcia, pra você feminismo é algo que não condiz com o que feminismo é. Favor reler e pesquisar sobre isso. Adianta entrar no mercado de trabalho sabendo q vc ganha menos que um homem p fazer exatamente a mesma coisa?

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